Ex-aluna do Colégio Kennedy passou, em 11º lugar, em um dos cursos mais disputados do país


Com apenas 19 anos, a monlevadense Júlia de Almeida Barreto conquistou uma das concorridas vagas no curso de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ficando em 11º lugar. Ela é filha de Lourdes de Almeida Barreto e Renato Barreto. Começa os estudos já no dia 17 de maio. “Realmente ainda não caiu a ficha! É a realização de um sonho e a sensação de que todo o esforço valeu à pena para chegar até aqui. É um alívio enorme também, misturado com o orgulho de saber que foi um caminho árduo, mas que consegui chegar ao final para iniciar um novo ciclo”, contou a futura médica.

Aluna do Colégio Kennedy desde os 5 anos de idade, ela só deixou a escola quando se formou no 3° ano do Ensino Médio. “No Colégio Kennedy, tive a honra de aprender com excelentes professores, com um material didático repleto de exercícios que estimulam o questionamento e a reflexão. Pude treinar muito com os simulados. Desse modo, foi possível reconhecer e tentar corrigir meus erros mais recorrentes, além de aprender as melhores estratégias para fazer a prova do Enem”, contou Júlia, que afirmou ser eternamente grata por todos os momentos que passou no Colégio. “Deixei o Kennedy com toda a bagagem de conhecimentos necessários, o que faltava era tempo para aplicá-los e saber esperar o momento certo”, afirmou.

Questionada se sempre pensou em cursar Medicina, ela disse que a escolha foi uma surpresa para ela. “Sempre fui curiosa e gostava de entender o funcionamento das coisas, principalmente, o que envolvia raciocínio lógico. Até então, matemática ou engenharia. Aos poucos, fui descobrindo a curiosidade em querer entender o funcionamento do corpo humano, tão perfeito e tão complexo. Encontrei na Medicina um modo de ajudar pessoas, de entender suas histórias, sonhos e mistérios. O sonho foi tomando força e forma ao longo do meu ensino médio e, hoje, sou muito feliz por poder realizá-lo”, afirmou.

Sempre muito estudiosa, ela conta que durante a pandemia criou uma rotina para tentar alcançar seu objetivo de uma forma que não se desgastasse tanto e ainda tivesse forças para chegar ao fim com saúde. “Durante o ano eu acordei cedo todos os dias e assistia às aulas como se ainda fosse presencial. À tarde, eu retomava os estudos com exercícios, leituras, aulas extras e resumos. Só parava à noite. Aos fins de semana, eu fazia simulados”, contou a estudante que sempre gostou de participar de olimpíadas como a de Matemática, Física, Química e Astronomia, sendo destaque em várias delas. Júlia também cursou pré-vestibular Ômega durante os dois últimos anos do Ensino Médio e fez um ano de cursinho no Bernoulli, em Belo Horizonte.

Júlia diz que não vê a hora de começar os estudos e se diz grata a todos que participaram direta e indiretamente da sua vida acadêmica e dessa grande vitória. “Gostaria de deixar um agradecimento a Deus por abençoar o meu caminho, à minha família e amigos, que sempre acreditaram em mim e incentivaram-me durante essa árdua jornada. Agradeço, também, a todas as instituições que me acolheram e me permitiram aprender. Foi uma honra”, declarou.


-Créditos: Jornal A Notícia

-Júlia de Almeida Barreto: 13 anos de Colégio Kennedy #orgulhock


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